Nos últimos 20 anos, a economia da Amazônia tem mostrado uma tendência para a diferenciação interna entre segmentos modernos que apresentam ganhos de tecnologia e agregação de valor, e segmentos tradicionais, estagnados e incipientes. Os segmentos modernos se tornaram competitivos não só no mercado nacional como no internacional.
Contudo, o dinamismo dos segmentos modernos não foi suficiente, ainda, para alterar o quadro geral da economia amazônica, marcada por baixo nível tecnológico e alto grau de desperdício dos recursos naturais, fatores que limitam a capacidade competitiva no mercado internacional e restringem as oportunidades de geração de emprego e renda.